segunda-feira, 12 de julho de 2010

Videoclipes agregam publicidade


Faz um tempo que não posto nada aqui... Mas o bom filho a casa retorna...


Com a forte disseminação dos vídeos nos meios de comunicação – impulsionados em grande parte pela internet – as marcas começam a ver os videoclipes também como meio de publicidade. A cantora pop, Lady Gaga, por exemplo, tem levado ao extremo a inserção de propagandas nos seus vídeos.

No clipe “Telephone” – que já teve mais de 62 milhões de exibições - a cantora faz anúncios de diversas marcas, inclusive da empresa de telefonia Virgin Mobile e da marca Miracle Whip. No entanto, uma versão do vídeo exibido na MTV, deixa embaçada a marca da Virgin Mobile, mas não a Miracle Whip (que tem menos destaque no videoclipe).

Não só com a Lady Gaga, os anúncios em clipes musicais têm apresentado um expressivo crescimento. De acordo com uma pesquisa divulgada pela empresa PQ Media, em relação ao ano de 2008, os investimentos com anúncios publicitários em videoclipes cresceram 8% em 2009, mesmo com a queda de 2,8% dos gastos em propaganda paga em 2009.

Patrick Quinn, diretor executivo da PQ Media, disse que este tipo de investimento publicitário, em 2009, totalizou algo entre US$ 15 milhões e US$ 20 milhões. E ele ainda acredita que os números vão crescer mais este ano.

Jonathan Feldman, vice-presidente da área de parceria de marcas na Atlantic Records, explica que "antes, o vídeo servia apenas para mostrar criatividade e conteúdo, era promocional. Hoje, consideramos o vídeo uma parte integrante do todo e uma maneira de gerar receita".

Ele ainda explica que “parte do argumento para convencer os anunciantes é que, ao contrário de muitas outras oportunidades de propaganda em torno dos vídeos de música, como um anúncio de 15 segundos antes da música comprado para uma duração específica, ou pelo número de vezes em que é exibida, o produto inserido num vídeo está sempre lá. Não vai desaparecer".

Em geral, o dinheiro é utilizado para pagar os custos do vídeo – que são divididos entre o artista e a gravadora. Um videoclipe da Atlantic de Billionaire, de Travie McCoy, que é interpretada por Bruno Mars, inclui uma propaganda de um Mini Cooper. No vídeo os dois artistas viajam com o carro, mas BrunoMars cede o veículo para outro homem que queria andar nele. O vídeo já teve mais de nove milhões de exibições no YouTube.

A internet
Uma das tendências que colabora com essa nova forma de arrecadar dinheiro é a grande disseminação dos vídeos pela internet, que popularizam ainda mais os videoclipes.

O diretor-executivo da rede de clipes musicais Vevo, Rio Careff, explica que o objetivo da empresa é possibilitar a inserção de anúncios publicitários nos vídeos. A Vevo fechou uma parceria com o YouTube no ano passado e pertence em parte à Universal Music – matriz do selo da cantora Lady Gaga.

Careff explica "como são complementares nossos relacionamentos com marcas e empresas de música e como podemos reuni-las, em parcerias de sucesso no futuro”.


fonte: Adnews

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Natura Musical







Os novos discos de Carlinhos Brown, Vanessa da Mata e Marcelo Jeneci estão sendo gestados não com a ajuda de gravadoras, mas da Natura. A empresa de cosméticos está bancando todos os custos de produção dos álbuns. Além disso, financiará, coma ajuda de leis de incentivo fiscal, vários shows desses artistas.

A empresa não divulga quanto gasta em seu projeto Natura Musical. A iniciativa envolve ainda um programa de rádio (na Eldorado) e um site com conteúdo de música brasileira.

Segundo Renata Sbardelini, gerente de marketing institucional da marca, os artistas têm "total liberdade" para escolher como gravar os discos e distribui-los. "Não interferimos no preço do CD", diz a executiva. Em relação aos shows, ela diz que, por fazer uso de incentivo fiscal (30% dos custos; o restante é patrocínio direto), os ingressos necessariamente têm de ter preços "populares".

As gravadoras estão se tornando supérfluas? Serão extintas? Alexandre Schiavo, presidente da Sony, acha que não. "Essa movimentação acontece no mercado americano. Aqui no Brasil é novidade. É algo saudável. É um mercado que se encontra cada vez mais diversificado e é rentável. A questão é saber como trabalhar a música diante do mercado atual. É saber se adaptar."

Para Schiavo, quem busca patrocinar um artista ou um disco procura normalmente alguém já estabelecido: "Dificilmente você encontrará uma marca disposta a dar dinheiro para alguém desconhecido".

Rafael Rossato, da Agência de Música _que cuida da carreira de Mallu Magalhães, pensa diferente: "Tem muito artista na rua, muita coisa acontecendo. E as marcas estão interessadas em entrar nesse negócio. Perceberam que podem fazer ações diretamente com os artistas, sem passar por gravadoras. Mas os artistas realmente grandes permanecerão nas gravadoras. Para as empresas de fora, é uma oportunidade de fazer negócio com artistas médios ou iniciantes".

O produtor cultural Pena Schmidt segue linha de raciocínio parecida: "Essa crise [da indústria fonográfica] já existe há algum tempo, então percebeu-se que o problema era o setor fonográfico. Esse setor dançou, mas a música vai muito bem. A música não para de ser feita, e os artistas estão se tornando autônomos. Há uma mudança de modelo muito grande, muito abrangente".

Mudança de modelo fez a agência de DJs 3Plus. A empresa está custeando o primeiro disco da celebrada banda Copacabana Club, que está sendo produzido por Dudu Marote (Pato Fu, Skank). Quando o álbum estiver pronto, será distribuído de forma singular: quem contratar o show do grupo receberá uma quantidade de CDs para comercializar ou distribuir gratuitamente.

Outra empresa namorando esse ambiente é a agência de comunicação Cinnamon. De assessoria a empresas de cinema, a Cinnamon entrou no mercado de shows pop. Em parceria com a agência Inker, fará os shows de Cat Power, Mudhoney e Yann Tiersen na Virada Paulista, em maio.



fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u727039.shtml

quarta-feira, 31 de março de 2010

Nokia Silent Club



Para divulgar seu acervo de mais de seis milhões de músicas, a
Nokia Music Store promove a balada mais silenciosa do mundo. Parece contraditório, mas não é. Ao entrar no bar, você receberá fones de ouvido, aí é só escolher qual DJ quer escutar e sair dançando. Para quem vê de fora, vai parecer um bando de louco dançando sem música. Em tempo, as opções de DJs são os caras do Killer On The Dancefloor, as divas do De Polainas e o jornalista Thiago Ney. O Psiuuu há de agradecer! [rebeca hidalgo]

ONDE: Sonique Bar, rua Bela Cintra, 461, Consolação
QUANDO: Ter (6/04) a partir das 21h
QUANTO: grátis

fonte: b-coolt

quinta-feira, 18 de março de 2010

ADIDAS


A Sid Lee criou o filme "The Street Where Originality Lives" para a Adidas. O filme tem uma pegada arte de rua, Hip Hop, Rap... Bem bacana! E conta com a participação de nomes que vão de David Beckham a Snoop Doggriou.




fonte: CCSP

sexta-feira, 12 de março de 2010

O Início, o fim e o meio


Previsto para o final de 2009, o filme que homenageia os 20 anos da morte de Raul Seixas, estréia em abril. O Início, o fim e o meio foi dirigido por Walter Carvalho (Budapeste e Cazuza - O Tempo Não Para) e Evaldo Mocarzel (À Margem da Imagem e Jardim Ângela) com gravação em Salvador (cidade de origem do músico), Rio de Janeiro, São Paulo, Suíça e Estados Unidos, ainda conta com a participação de familiares e amigos, como Paulo Coelho, Nelson Motta, Tom Zé, Pedro Bial e Caetano Veloso.



fonte: http://www.rollingstone.com.br/secoes/novas/noticias/documentario-sobre-raul-seixas-estreia-em-abril/

Chilli Beans Party!

Mixtape do que rolou na Festa Chilli Beans do BBB10.

CREW DJs - Mixtape festa Chili Beans BBB10 by festacrew